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2 de dezembro de 2010

Jogos e brincadeiras com matemática para crianças

As noções matemáticas podem ser complicadas para as crianças e não adianta estudar se não entenderam. Quando a criança entende os conceitos e aprende a lidar com os números obtém um resultado muito superior. Para ajudá-las a compreender os conceitos matemáticos existem muitas brincadeiras e jogos que fazem com que elas aprendam brincando.

É interessante a cada novo conceito introduzido apresentar também um jogo ou brincadeira até que se familiarizem com ele, para então introduzir o próximo. Não adianta ter pressa ou você terá vários alunos de recuperação no final do bimestre.

Quanto mais seguros eles se sentem com a adição, por exemplo, mais rápido entenderão a subtração. Usar conceitos já bem assimilados para construir o aprendizados de novos tópicos constrói o aprendizado do aluno pouco a pouco e de forma sólida.

No blog Coelho da Cartola existem algumas atividades com matemática para crianças, inicialmente trabalhando os conceitos de adição e subtração, depois de multiplicação, divisão e assim por diante. A primeira postagem é o “Jogo com palitos – matemática para crianças“.


19 de novembro de 2010

Equações Matemáticas com o Editor de Textos Writer


Muitas vezes, nós professores de Matemática, temos dificuldades em digitar algumas expressões matemáticas. Para facilitar nossas vidas aprenda a digitar essas expressões facilmente utilizando o Editor de Textos Writer.

Clique aqui e terá o Tutorial para Equações Matemáticas no Writer.

10 de dezembro de 2009

MATEMÁTICA COM CONTOS DE FADAS - ENSINO FUNDAMENTAL







SÃO MAIS DE 100 ATIVIDADES PARA VOCÊ TRABALHAR EM SALA DE AULA OS CONTEÚDOS: SISTEMA MONETÁRIO, SISTEMA NUMÉRICO, UNIDADE DE MEDIDAS, AS QUATRO OPERAÇÕES, ATIVIDADES PARA CASA, OFICINAS DE CRIAÇÕES, APRENDENDO BRINCANDO, DOBRO, TRIPLO, METADE, NÚMEROS ROMANOS, DÚZIA E MEIA DÚZIA, NÚMEROS PARES E ÍMPARES, NÚMEROS NATURAIS ANTECESSOR E SUCESSOR, VALOR RELATIVO, VALOR ABSOLUTO, SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL, FIGURAS GEOMÉTRICAS.

9 de novembro de 2009

Atividades de Matemática





TRÊS PORQUINHOS - VERSÃO MATEMÁTICA

A história dos Três Porquinhos, recontada por um engenheiro...

O filho quer dormir e pede ao pai (engenheiro) para lhe contar uma história, o pai logo se prontificou e lhe contou a dos três porquinhos.
Meu Filho, era uma vez três porquinhos (P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que os vivia atormentando. P1 era sabido, fazia Engenharia Mecatrônica e já era formado Engenheiro Civil e Tecnólogo Mecânico. P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos. P3 fazia Comunicação e Expressão Visual.
LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde "n" é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.
Mas nesse promissor perímetro P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos. Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado. Enquanto P3 planejou no Autocad e montou ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo "o máximo".
Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:- "Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e Expressão Visual!" Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do Conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2. Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando:- "Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento." Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta abaixo por uma multidão ensandecida de ecos-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem. Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1. Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada. P1: O que houve? P2: LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos. P3: Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!
Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (isto é somente uma simulação de batidas à porta, meu filho! O som correto não é esse).
LM: P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você!!!, e se for preciso até aquele tal de Confea.
Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e do... do... comunicador e expressivo visual) LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 era ecologicamente correto.
Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional (porém super-comum nos contos de fada): ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir. Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou com uma força de 33.300 N (Newtons) LM para cima.Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando oápice, aonde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o papai te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8 m/s² e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:a) o deslocamento no eixo "x", tomando como referencial a chaminé.b) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão ec) o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0(repouso) ao 9 (ataque histérico).
Resposta:
a) Sendo X o deslocamento horizontal, e a catapulta o tendo arremessado verticalmente para cima, a soma dos vetores demonstra que X=0. O advento de uma força externa, como o vento lateral poderia influir nesse valor, mas tais condições não foram abordadas no caso.
b) Para essa solução, usaremos: s = s0 + v0 * t+ 1/2 * a * t2v = v0 + a * t. A altura declarada atingida é de 200m e nesse ponto temos v = 0m/s. Para os cálculos de velocidades, a massa não é necessária, como todos sabemos. Dado g=9,8 m/s2; 200 = 0 + v0 + 1/2 * 9,8 * t2; 0 = v0 + 9,8 * tResolvendo esse sistema com duas equações e duas variáveis, temos: t= 21,4s e v0 = 210m/s
c) O LM chega ao pico na escala de susto após perceber que foi projetado para cima. Quando a velocidade vetorial reduz, o LM tem a sensação de alívio, pois não está mais subindo. Após parar (instante t1), o início da queda o remete novamente à situação máxima de susto. O índice de susto cai abruptamente a 0 assim que ele toca o solo, virando PLM (pasta de lobo mal).

Fonte: http://alfabetizacaoecia.blogspot.com

5 de novembro de 2009

Colorir


Encontre a soma para colorir o palhaço

3 + 3 = vermelho _________

5 + 4 = azul _______________

4 + 1 = amarelo __________

2 + 2 = verde ____________

3 + 4 = laranja ___________

3 + 5 = roxo _____________




Dar a este palhaço um nome bonito__________________________


Clique aqui para ver todas as atividades!


4 de novembro de 2009

Pratique suas habilidades com Cálculo Mental

Clique aqui para jogar

Dica encontrada em: http://rafaelnink.com

A maneira lúdica de ensinar


Para visualizar todos os itens clique aqui!

8 de outubro de 2009

5 de outubro de 2009

Atividades Matemática Diversas








O XADREZ E A MATEMÁTICA


Levar o xadrez para a sala de aula é uma proposta que auxilia transversalmente no desenvolvimento de outros conteúdos curriculares. O xadrez também oferece um espaço aberto para troca de informações e conhecimentos entre os jogadores sendo um excelente meio de interação, expressão e de formação do caráter dos adolescentes. Diante da necessidade de se implementar novas práticas de ensino, estabelecendo um diálogo propício entre professor-aluno e aluno-aluno, o xadrez cumpre um papel essencial. O ensino do xadrez coloca em xeque as hierarquias da sala de aula, promovendo uma real e verdadeira interação entre a comunidade escolar.


SUGESTÃO DE ATIVIDADE - USO DO XADREZ NA SALA DE AULA


INTRODUÇÃO: A matemática tem sido considerada como uma das principais responsáveis pelo alto índice de repetência dos estudantes brasileiros. Há, contudo, quem se apaixone pelos números. Entre eles, os amantes do xadrez.

O trabalho com o jogo se apresenta, atualmente, como uma grande e rica experiência educativa, na medida em que integra alunos e professores, escola e comunidade na busca do autoconhecimento e fortalece uma relação social mais intensa.

O jogo desperta qualidades especiais no enxadrista (nome que é dado ao jogador de xadrez), ao facilitar que compare situações com mais precisão, descreva e analise acontecimentos com mais detalhes, que seja mais hábil em relacionar causas com suas respectivas consequências, e, sobretudo, que adquira senso de responsabilidade.

Este jogo possibilita, por outro lado, um constante desafio para a criatividade. Como esporte, envolve adversários em luta direta a partir de condições iguais. Descarta exigências específicas de seus praticantes, como tipo físico, rapidez e força. Finalmente, possibilita a todos um vivo exercício mental.


MATERIAL: Tabuleiros de xadrez em quantidade suficiente para atingir todo o público-alvo, sejam alunos ou até mesmo membros da comunidade escolar.


DESENVOLVIMENTO:

1. Contextualização histórica: ao iniciar um trabalho com o xadrez é fundamental realizar uma contextualização histórica e social, apresentando aos alunos informações sobre como surgiram as peças e o tabuleiro, quais foram os povos que contribuíram para essa evolução e quais os princípios éticos que são desenvolvidos a partir da prática do jogo.

Após essa socialização o professor pode solicitar a grupos de 3 a 4 alunos que identifiquem os períodos da história do xadrez, elaborando coletivamente uma linha do tempo com os principais acontecimentos relacionados ao jogo.

2. Aprendendo a jogar: em seguida, o professor forma equipes de 5 membros dispondo-as em torno dos tabuleiros, espalhados estrategicamente pela sala de aula.

Após distribuir cópias das regras para todos, que podem ser obtidas no site: www.clubedexadrez.com.br, iniciar apresentação do jogo, mostrando as possíveis movimentações das pedras no tabuleiro, fazendo, ao mesmo tempo, a contextualização histórica de cada uma, como orientado no texto indicado. Destacar, por outro lado, a importância da relação entre as jogadas para que se chegue ao tão almejado xeque-mate. Sanadas as eventuais dúvidas, o próximo passo é iniciar o jogo.

A cada nova jogada, os membros de cada equipe deverão discutir o próximo movimento a ser adotado por suas pedras. Enquanto os grupos discutem as estratégias do jogo o professor circula para eventuais esclarecimentos.

3. As 4 operações matemáticas: após 20 minutos, o professor pede aos alunos que observem como as 4 operações matemáticas estão presentes na movimentação geométrica das peças:

- Na adição, quando há um ganho de pontos através das trocas de peças;

- Na subtração, quando é eliminada uma peça pelo oponente e se perdem os pontos dela;

- Na multiplicação, quando uma peça aumenta o poder da outra. Exemplo: pensando em eliminar a rainha do oponente coloca-se uma torre na horizontal ou vertical, a sua potência é dobrada ao colocar outra torre nesta coluna, fazendo com que se multiplique a potência para o qual o jogador tentará eliminar a rainha;

- Na divisão, quando as peças estão mal posicionadas ocorre a divisão de forças do tabuleiro. Exemplo: o bispo se encontra numa posição confortável protegido por um peão, ao andar duas ou três casas a fim de dar um xeque-mate no rei ele poderá ser atacado pelo oponente, nesta situação sua força será dividida por quantas peças o atacarem.

O professor poderá também anotar as figuras e a movimentação algébrica das peças do xadrez; as coordenadas algébricas sobre um plano cartesiano; a localização espacial em um plano; a noção do tempo através do cálculo de lances e ainda o conceito do domínio espacial em uma determinada posição (levando em conta que quem tem mais espaço possui mais possibilidades de lances).

4. O papel do educador: para esta atividade, o educador adota os papéis de orientador inicial e facilitador da expressão dos alunos no processo de organização do pensamento, planejamento da jogada e consequente tomada de decisão.

Para as jogadas é importante que o professor estimule os alunos a analisarem o tabuleiro e as pedras ali contidas de maneira a se acostumarem com a postura analítica da cena. A diversidade de possibilidades de jogadas pode ser enorme, conforme se der às discussões entre os membros das equipes e a interação com a equipe oponente.


AUTO-AVALIAÇÃO: Finalizando esta primeira partida, o professor fará com os alunos uma auto-avaliação. É importante que o aluno descreva: do que mais e do que menos gostou no jogo; que dificuldades encontrou: qual jogada foi a mais difícil e o que poderá fazer para melhorar a sua tática de jogo.


- FONTE: JORNAL DA TARDE, 07/05/06

Atividades Matemática - 1º ano











30 de setembro de 2009